P

lano Ítaca

Áreas

  Oficina de dança

Decorre durante todo o percurso formativo, afirmando-se como a área primordial a desenvolver.

  Oficina de exploração musical

Decorre durante 4 semanas. Formador | João Lucas.

  Oficina de exploração teatral

Decorre durante 4 semanas. Formadora | Joana Craveiro.

  Oficina de exploração de vídeo

Decorre durante 4 semanas. Formador | André Godinho.

  Assistir a ensaios e espetáculos da CNB

Que se encontrem em cartaz durante o projeto.

  Assistir a ensaios e espetáculos de cada uma das oficinas

Que se encontrem em cartaz durante o projeto.

A metodologia usada inspira-se na longa e heróica odisseia de Odisseu para regressar à Pátria (Ítaca), como metáfora na consciencialização dos participantes para os caminhos interiores necessários à manutenção de níveis de estabilidade e bem-estar, alicerces fundamentais para a plena integração social.

Joseph Mallord William Turner (1775-1851). "Ulisses ridicularizando Polifemo - A Odisseia de Homero", 1829, 132.5 cm x 203 cm, óleo sobre tela. The National Gallery, Londres.

Herbert James Draper (1863-1920). "Ulisses e as sereias", 1909, 177 cm x 213.5 cm, óleo sobre tela. Fehrens Art Gallery, Yorkshire.

Francesco Hayez (1791-1882). "Ulisses na Corte de Alcínoo", 1814-1815, 381 cm x 535 cm, óleo sobre tela. Museu de Capodimonte, Nápoles.

"Odisseia"

A “Odisseia” é um poema épico atribuído a Homero que se baseia na guerra de dez anos dos gregos contra Tróia, exaltando o seu espírito de aventura e a vitória da inteligência sobre a força bruta. A história relata o regresso a Ítaca (cidade grega) de um herói da guerra de Troia, Odisseu (ou Ulisses, nome pelo qual ficou conhecido na mitologia romana), do qual deriva o título da obra – “Odisseia”.

“Odisseia” é a história do herói de mil estratagemas que tanto vagueou. Depois de ter cercado, conquistado e destruído a cidadela sagrada de Tróia, visitou muitas cidades, conheceu costumes de muitos homens e no mar padeceu mil tormentos, quanto lutava pela vida e pelo seu regresso a Ítaca com os seus companheiros.

Odisseu demora dez anos para chegar à sua terra natal, Ítaca, depois da Guerra de Troia, que também havia durado dez anos.

A ação divide-se em três períodos principais:

  Penélope e Telémaco

Situação de Penélope e Telémaco em Ítaca e a viagem de Telémaco em busca de seu pai.

  Odisseu e os Feácios

Chegada de Odisseu ao país dos Feácios, onde narra as suas aventuras (recuo da ação, em vários anos).

  Regresso de Odisseu

Regresso de Odisseu a Ítaca para reclamar o seu lugar como rei e a morte dos pretendentes de Penélope.

Perante a presunção da morte de Odisseu, a sua esposa Penélope e o seu filho Telémaco são obrigados a lidar com um grupo de insolentes pretendentes, os “Mnesteres”, que competem pela mão de Penélope em casamento. Telémaco tenta assumir o controlo da sua casa e aconselhado por Atena, viaja em busca de notícias do seu pai desaparecido.

A cena então muda: Odisseu é cativo da bela ninfa Calipso, com quem passou sete dos dez anos em que esteve perdido. Após ser libertado pela intercessão da sua padroeira, Atena, ele parte. Porém, a sua jangada é destruída por Poseidon, furioso por Odisseu ter cegado o seu filho, Polifemo. Quando Odisseu alcança a praia de Esquéria, lar dos Feácios, é auxiliado pela jovem Nausícaa, de quem recebe hospitalidade; em troca, satisfaz a curiosidade dos Feácios, narrando-lhes – e ao leitor – as suas aventuras desde a partida de Troia. Os Feácios, hábeis construtores de navios, emprestam-lhe uma embarcação para que regresse a Ítaca, onde recebe a ajuda do pastor de porcos Eumeu, se encontra com Telémaco e reconquista o seu lar, reencontrando a sua esposa Penélope, e matando os seus pretendentes.

Fontes: Companhia Nacional de Bailado e Wikipédia

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